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Muito agito na segunda noite do Terruá Pará

Imprensa

Muito agito na segunda noite do Terruá Pará

Público lotou o ginásio do Ibirapuera, em Belém
Muito agito na segunda noite do Terruá Pará

Foto: Camila Lima

Uma verdadeira celebração a música e cultura do Pará. Foi assim a segunda noite do Terruá Pará 2012 em São Paulo, realizada neste sábado, 6, no Auditório Ibirapuera. O auditório ficou completamente lotado por apaixonadas pelo ritmo paraense e por desconhecidos, curiosos em conhecer um pouco mais dessa nova onda que está invadindo o Brasil.

 

Pouco antes de começar o show, a expectativa era de conhecer um pouco mais sobre o Estado que está em alta no Brasil. A estudante Denise Eloy, de 22 anos, é de Fortaleza, mora em São Paulo há dois anos e tem conhecimento da cultura paraense por meio de amigos. Ela não escondeu a expectativa para o início do show. “Estou muito ansiosa para ver de perto toda essa cultura que meus amigos falam tanto. Pelo pouco que eu conheço das músicas, acho que vou gostar muito”, disse.

 

O que acontece é que, conhecidos ou desconhecidos, todos foram contagiados pela energia e o ritmo envolvente dos artistas que se apresentavam. Muita gente deixou a poltrona e dançou as músicas, contagiadas pela energia dos artistas.

 

Crianças, idosos, casais... Todos queriam conhecer um pouco mais desse ritmo contagiante que fez o Auditório Ibirapuera “tremer”. E teve quem aproveitou o momento para matar a saudade de casa. A turismóloga Nádia Villas Boas, de 30 anos, é paraense, mas mora há cinco anos em São Paulo. Foi a primeira vez que ela esteve no evento e ficou emocionada com o show. “Eu sou paraense papa chibé, e com esse espetáculo eu estou me sentindo em casa. Eu não tinha ideia da dimensão deste evento e estou super orgulhosa em ver meu estado ser representado aqui em São Paulo por artistas tão talentosos”, exaltou.

 

Tem gente que não  é natural do Estado, mas já adotou a cultura paraense. O fotógrafo José Américo Pinto Lopes, de 55 anos, é paulistano e fã do Terruá Pará. Sempre que pode acompanha o evento e não para um minuto durante as apresentações. “Eu aprendi a dançar o brega, a guitarrada e depois fui curtindo todos os estilos paraenses. Essa cultura entra na veia, não importa se convivemos sempre com ela ou não. Já fui para Santarém e Belém acompanhar o Terruá Pará, e aqui em São Paulo não vou perder um dia de espetáculo”, explicou.