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Ícone do rock de contestação em acústico na Cultura FM

Rádio Cultura

Ícone do rock de contestação em acústico na Cultura FM

Ouvintes puderam interagir com o ídolo em transmissão ao vivo
Publicado em 21/05/2017
Ouvintes puderam interagir com o ídolo em transmissão ao vivo
Ícone do rock de contestação em acústico na Cultura FM

Foto: Camila Lima

“A música mudou a minha vida”, definiu o vocalista da Plebe Rude, que fez uma apresentação acústica dos sucessos da banda, que comemora 36 anos de carreira este ano, marcando o Balanço do Rock deste sábado, que recebeu o vocalista e guitarrista da banda de punk rock, em turnê pela capital paraense. Phillipe Seabra cantou, interagiu com os ouvintes e bateu um papo descontraído com o apresentador do programa, Raul Bentes. Também participaram do programa, os músicos Camilo Royale e Elder Effer. Todo o Balanço do Rock foi transmitido ao vivo pela Cultura FM e pelo Portal Cultura.

 

Sucessos como, Até quando esperar, Proteção, entre outros, animaram o Balanço do Rock. Seabra contou a trajetória da banda, que nasceu em Brasília no começo da década de 1980, quando o País vivia sob pressão da censura, imposta pela ditadura militar. O cenário político e social da época, serviu de base e inspiração para as letras das músicas da Plebe Rude, que hoje são identificadas como contestadoras.

 

Formada incialmente pelos músicos Phillipe Seabra (Guiatarra e voz), André X (baixo), Jander Ribeiro (guitarra) e Gultje (bateria), em 1994 eles deram uma parada, mas retornaram em 1999 para alegria dos fãs.

 

Atualmente, a formação da Plebe Rude mantém Seabra e André X e se integraram ao grupo os músicos Marcelo Capucci (bateria) e como convidado especial para a turnê dos 36 anos, Clemente Nascimento da banda Inocentes, que toca guitarra.

 

Político – As músicas que fizeram a geração de jovens das décadas de 1980 e 1990 pensar sobre política, injustiças sociais, repressão, liberdade, continuam atuais e coerentes, segundo Phillipe Seabra. Para o músico, o cenário de Brasília dos anos em que a banda surgiu incitou sua criatividade. Tanto, que a letra da música Proteção foi escrita quando ele tinha apenas 16 anos. Ele contou que voltava da escola em um ônibus cheio de estudantes e foram parados pela polícia e todos foram revistados. “Vivíamos sob forte repressão. Tanto, que para fazermos uma pequena apresentação em uma lanchonete em Brasília, tínhamos que enviar as músicas antecipadamente para a censura. Foi um período difícil, mas criativo”, definiu Seabra. Ele afirma também, que não tem como dissociar aquele período político deste momento em que se vive no Brasil.

 

Confira na íntegra a partição de Philippe Seabra no Balanço do Rock