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Dia D dos Doadores FC reuniu torcidas de Remo e Paysandu

Imprensa

Dia D dos Doadores FC reuniu torcidas de Remo e Paysandu

Azulinos e bicolores lotaram o Hemopa em prol da solidariedade
Dia D dos Doadores FC reuniu torcidas de Remo e Paysandu

Texto: Mateus Miranda

Foto: Camila Lima

A Rede Cultura de Comunicação promoveu nesta sexta-feira (9) a 3ª edição do “Dia D” da campanha “Doadores Futebol Clube”, projeto que tem a parceria da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), Clube do Remo e Paysandu.

 

O principal objetivo da ação é incentivar a doação de sangue para aumentar o estoque no Hemopa e, principalmente, fomentar a filantropia, como explica a presidente da Cultura, a jornalista Adelaide Oliveira. “Eu acho que, como emissora pública, é o mínimo que podemos fazer. Em algum momento da nossa vida a gente vai precisar de sangue ou algum parente e amigo. É uma missão que fazemos com muito carinho. Por isso que a gente fala que é um ‘gol’ de solidariedade”, destaca a presidente.

 

A programação do dia D contou com a participação do Núcleo de Responsabilidade Social do Paysandu e membros do setor de marketing e comunicação do Remo. Ambos os clubes realizaram sorteios de kits para os torcedores doadores. Pedro Carmona, Fernando Timbó e Renan Gorne representaram o time de futebol Papão. Geandro, Diego Superti, David e Jayme eram os jogadores presentes do Leão.

 

A mobilização começou por volta das 8h. Bicolores e azulinos chegavam com os respectivos uniformes dos clubes de coração para serem o “12° jogador” também fora das arquibancadas. Doador de sangue desde 2013, o estudante Cássio Barros, torcedor do Remo, diz que o principal motivador para o gesto é a satisfação de ajudar o próximo. “É uma forma de gratidão. Poder ajudar vidas e salvar pessoas que, muitas vezes, a gente nem imaginava, mas estão sendo salvas pelo nosso gesto, e eu me sinto bem por isso. Estou aqui frequentemente, mas, dessa vez uni o útil ao agradável: a campanha dos doadores. E, em nome do clube do Remo, estou aqui para participar.”, ressalta.

 

Fato destacado pelo militar Igor Ferreira, torcedor do Paysandu, doador de sangue há oito anos, que aderiu à campanha em função de uma propaganda na televisão. “Eu vi o anúncio na televisão por meio do Portal Cultura para reunir essas duas grandes torcidas para ajudar, não só no futebol, mas como um 12° jogador aqui fora. Salvar vidas é o ato principal”, fala o torcedor.

 

Esses aspectos reforçam também a importância e o alcance que os maiores clubes da capital possuem também no âmbito comunitário, como explica a diretora do núcleo de responsabilidade social do Paysandu, Ieda Almeida. “É um papel necessário que todas as empresas e clubes façam: retribuir à sociedade aquilo que a gente recebe do nosso torcedor. Então, nesse momento, a gente está aqui procurando salvar vidas”, relata.

 

Opinião reforçada por João Victor Santos, profissional do setor de comunicação e marketing do Remo. “A importância é de estar ajudando no nível social. É sempre um prazer para o Clube do Remo participar de ações que englobam a massa, que é a maior do norte. A gente está fazendo hoje uma participação ampla com a nossa torcida e todos nossos esportes olímpicos como vôlei, handebol, futsal. Além de fazer um gol no futebol, a gente faz um no futsal, um ponto no vôlei, no basquete, no handebol e a gente vai caminhando assim”, menciona.

 

No Brasil, cerca de 2% dos mais de 200 milhões de habitantes doa sangue, número que está dentro dos parâmetros, de pelo menos 1%. A taxa, no entanto, está longe da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 3% da população doadora. Aproximadamente 3,5 milhões de pessoas realizam transfusões de sangue no país. No total, existem no país 27 hemocentros e 500 serviços de coleta. Dados recentes constatam que 61,25% das doações foram voluntárias e 38,17% foram para reposição.

 

De acordo com a gerente de captação de doadores de sangue do Hemopa, Juciara Farias, os principais benefícios deixados pela campanha Doadores Futebol Clube são a conscientização da relevância do ato de doar sangue e o aumento na quantidade de pessoas contempladas. “A gente diz que o legado é dividido de duas maneiras. A primeira é quando a gente tem essa possibilidade de levar a informação até a casa das pessoas, então, é a da sensibilização. Isso é muito importante. E o segundo legado de fato é aumento do número de estoque de sangue da fundação Hemopa. Isso vai proporcionar que nós possamos atender os pacientes com maior tranquilidade”, menciona a gerente.

 

O Hemopa funciona de segunda a sexta de 7h30 às 18h e, aos sábados, de 7h30 às 17h. Para colaborar, é necessário que a pessoa esteja bem alimentada e com boa saúde, tenha entre 16 e 69 anos e pese, no mínimo, 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou do responsável legal. É preciso estar com documento de identidade original e com foto para chegar à triagem. Além disso, o doador tem que estar em bom estado de saúde, descansado e não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas que antecedem a doação.  A frequência máxima é de quatro doações anuais para o homem e de três doações anuais para a mulher. O intervalo mínimo deve ser de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.