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Miranda deixa como legado sua paixão pela música

Miranda deixa como legado sua paixão pela música

O produtor musical foi responsável pelo sucesso nacional de vários artistas.
Miranda deixa como legado sua paixão pela música

Foto: Fernanda Chemale (Divulgação)

 

Morreu na noite desta quinta-feira (22), em sua casa em São Paulo, o produtor musical gaúcho Carlos Eduardo Miranda, de 56 anos. Com um amor genuíno pela música, ele foi responsável pelo lançamento de vários artistas no cenário nacional.

 

Conhecido também por ser um grande apreciador da música local, Miranda deu forma ao álbum “Treme” (2012), da cantora paraense Gaby Amarantos, o primeiro e elogiado disco da artista, responsável por levar o resto do Brasil a redescobrir os sons produzidos em Belém.

 

Em 2010, como diretor artístico do efêmero selo fonográfico StereoMono, Miranda projetou, em 2014, nomes como Jaloo, outro destaque da atual cena musical paraense do gênero eletrônico.

 

Outra artista local que também teve o toque genial do produtor em seu trabalho foi a cantora Sammliz em seu primeiro álbum solo “Mamba” (2016). Lançado pelo selo Natura Musical, o disco contou com a direção artística de Miranda.

 

Terruá Pará – O espetáculo que deu visibilidade a tradicionais e novos expoentes da música paraense, permitindo também a aproximação entre os artistas, teve a participação de Miranda. Como grande admirador da música feita no Pará, ele dirigiu as três edições do “Terruá Pará”, nos anos de 2006, 2011 e 2013, e nesse último ano, o show foi eleito como o melhor projeto especial na categoria Música Popular, pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).

 

Sobre Miranda – A grande contribuição deste produtor à música brasileira foi dada nos bastidores. De início, ele tentou ficar sob os holofotes do palco. Nascido em Porto Alegre (RS), Miranda se iniciou na música como um tecladista aspirante a compositor que integrou bandas locais como Taranatiriça, Urubu Rei e Atahualpa Y Us Panquis.

 

Ao migrar para São Paulo (SP), Miranda se aventurou na função de crítico musical sem deixar de atuar na cena independente. Mesmo quando deixou o jornalismo musical, Miranda continuou crítico. Ele questionou publicamente os caminhos musicais seguidos por Gaby Amarantos após o primeiro álbum e falou mal do rock produzido atualmente no Brasil.

 

Nos anos 2000, em associação com a gravadora Trama, criou a Trama Virtual, plataforma que permitiu que bandas independentes postassem músicas e discos na web. Em 2010, Miranda foi o diretor artístico do efêmero selo fonográfico StereoMono.

 

Nota de pesar - A Cultura Rede de Comunicação lamenta a morte do produtor musical Carlos Eduardo Miranda, falecido na noite desta quinta-feira, aos 56 anos, em São Paulo. Miranda foi parceiro da Cultura Rede de Comunicação nas três edições do projeto “Terruá Pará”, onde atuou como diretor geral do show, criado com objetivo de valorizar e destacar a música paraense para o Brasil. A Cultura se solidarizaria com amigos e familiares do produtor musical neste momento de dor.