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Santarém e o “Caribe Amazônico” de Alter do Chão

Santarém e o “Caribe Amazônico” de Alter do Chão

Com suas águas doces e claras, a praia de Alter do Chão é conhecida como uma das mais belas do mundo.
Santarém e o “Caribe Amazônico” de Alter do Chão

Foto: Agência Pará

 

Terceiro maior município paraense, a cidade de Santarém, localizada no oeste do Pará, já foi aldeia dos índios Tapajós e hoje é um dos grandes polos turísticos do Estado. Ao mesmo tempo que cresceu, a cidade não deixou para trás suas tradições regionais, tanto no que diz respeito à gastronomia, com uma rica variedade de frutas e peixes, como também em relação ao artesanato típico em palha trançada.

 

Quanto às belezas naturais do município, destaque para o encontro das águas de tons mais claros do Rio Tapajós com a água marrom do Rio Amazonas, bem como avistar os botos cor-de-rosa e cinzas nadando nas águas da orla da cidade. E por falar em água, o município possui mais de 100 quilômetros de praias de água doce, com direito a ilhas, cachoeiras, lagos, igarapés e a famosa praia de Alter do Chão.

 

O encontro entre os rios Tapajós e Amazonas chama a atenção pela beleza. (Foto: Istock / Reprodução)

 

Alter do Chão

 

Localizada às margens do Rio Tapajós, um afluente do Rio Amazonas, a cerca de 30 km de Santarém e mais de 600 km de Belém, Alter do Chão ganhou fama internacional ao ser chamada de “Caribe Amazônico” e por ser reconhecida como a praia de água doce mais bonita do mundo pelo jornal britânico “The Guardian”. Suas praias só aparecem no período de vazante do rio, entre agosto e novembro, e o balneário torna-se disputadíssimo. A paisagem mistura areia branquinha, águas de cor azul-turquesa e mornas, barcos rústicos de madeira e barracas cobertas de palha, além da famosa Ilha do Amor, acessível de canoa.

 

A praia de Alter do Chão é reconhecida internacionalmente como uma das mais belas do mundo. (Foto: Agência Pará)

 

Apesar de a vila de Alter do Chão não ficar perto do mar, suas praias não deixam nada a desejar em relação àquelas que são banhadas pelo oceano. A água do Tapajós é verde-azulada e cristalina, sendo fácil de se ver os peixes no fundo do rio. Além disso, o Rio Tapajós é tão grande que é difícil enxergar o outro lado da sua margem. Ele chega a ter 19 km de largura em algumas partes, dando aos visitantes a sensação mesmo de estar olhando para horizonte no mar.

 

Além de suas belezas naturais e das delícias da culinária local, Alter do Chão também se destaca pela tradicional Festa do Çairé e o Festival dos Botos, com a disputa entre os botos Tucuxi e Cor de Rosa, que acontecem em setembro. Com uma semana inteira de intensa programação cultural esses eventos atraem muitos visitantes, de dentro e fora do Pará e até mesmo de outros países.

 

O Festival dos Botos leva grande número de visitantes todos os anos a Alter do Chão. (Foto: Thiago Gomes / Agência pará)

 

O que fazer em Alter do Chão

 

A estrela principal para os visitantes de Alter é a Ilha do Amor, localizada próxima ao centro da vila e que aparece quando as águas do Rio Tapajós baixam. Canoeiros levam e trazem as pessoas do centro para a ilha o dia todo. Lá é possível aproveitar as barraquinhas, tomar sol e nadar nas águas mornas e calmas do rio. Também dá para fazer passeios de barco até o outro lado da Ilha do Amor, onde se pode avistar os igapós (paisagem de árvores submersas) e os igarapés (pequenos cursos de água) do Rio Tapajós.

 

Barcos levam os visitantes para conhecer a Ilha do Amor, cercada pelas águas claras do Rio Tapajós. (Foto: Divulgação)

 

Com mais de 100 km de praias ao longo do Tapajós, não faltam opções para conhecer. Uma atração imperdível em Alter do Chão é apreciar o pôr do sol na Ponta do Cururu, um banco de areia no meio do Rio Tapajós que encanta a todos com uma linda paisagem ao fim do dia.

 

A beleza do pôr do sol na Ponta do Cururu. (Foto: Trip Advisor / Reprodução)

 

Para quem quer ficar mais tempo, não dá para perder a visita à Floresta Nacional do Tapajós. O passeio é guiado pelos próprios ribeirinhos que conhecem muito bem a flora e a fauna da região. É possível fazer uma caminhada na floresta ou passar a noite na comunidade ribeirinha. À noite, as pessoas se encontram na praça da matriz, onde estão a maioria dos barzinhos e restaurantes de Alter, muitos deles com música ao vivo e apresentações de carimbó.

 

Melhor época para visitar

 

Mesmo não existindo a melhor época para viajar a Alter do Chão, o visitante vai encontrar paisagens bem diferentes ao longo do ano. Alter do Chão e a região amazônica em geral são conhecidos por terem duas estações apenas: a chuvosa e a de seca. A época das chuvas, no primeiro semestre, faz com que o Rio Tapajós fique cheio deixando boa parte das praias encobertas. Em julho, a seca começa e dura até o início do ano seguinte e as praias ficam visíveis. Por isso, os meses de setembro, outubro e novembro são os mais procurados pelos turistas, além disso, em setembro acontece o Çairé e o Festival dos Botos que sempre movimentam a vila de Alter do Chão.

 

Orla de Alter do Chão de onde partem os barcos que levam os visitantes até a praia. (Foto: Belas Praias Pousada / Divulgação)

 

Como Chegar

 

A viagem até Alter do Chão pode ser feita de barco, partindo de Manaus, ou de avião. O aeroporto mais próximo de Alter é o de Santarém e os voos partem de Belém e Manaus. Chegando em Santarém, é possível pegar um ônibus ou táxi até a vila de Alter do Chão onde existem várias opções de hospedagem em hotéis e pousadas.

 

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