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Pará possui cerca de 560 mil analfabetos

Rádio Cultura

Pará possui cerca de 560 mil analfabetos

O Estado ocupa a 12ª posição no ranking nacional
Publicado em 07/05/2018
O Estado ocupa a 12ª posição no ranking nacional
Pará possui cerca de 560 mil analfabetos

Reportagem/ Edição: Cássia Nascimento

Foto: Agência Pará

 

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) define a alfabetização como a capacidade de compreender o que está lendo ou de escrever um enunciado curto e simples. No Brasil, segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), mais de 11 milhões de pessoas não possuem essa habilidade. O número representa cerca de 7,2% da população acima de 15 anos.

 

No Pará, o índice é ainda maior: 9,3% da população com 15 anos ou mais de idade não sabe ler nem escrever. “Essa taxa do Pará, se nós formos colocar em número de pessoas analfabetas, fica em torno de 560 mil pessoas. Além disso, a pesquisa verificou qual é o perfil dos analfabetos que residem no Estado do Pará e apontou que a maior parte é formada por idosos do sexo masculino”, destaca o técnico do IBGE Victor Reis.

 

Pará Alfabetizado

 

Para tentar reduzir o analfabetismo no Estado, foi criado o Programa Pará Alfabetizado, que oferece turmas de alfabetização de jovens e adultos, com idade a partir de 15 anos. A iniciativa atende 5.900 alunos em 17 municípios paraenses. “A oferta da EJA se dá nas escolas regulares através da oferta do ensino em etapas: a 1ª e a 2ª etapa, que corresponde ao Fundamental Menor; a 3ª e a 4ª etapa, que corresponde ao Fundamental Maior; e a 1ª e 2ª etapa do Ensino Médio. Então, a EJA é ofertada para alunos do ensino fundamental a partir de 15 anos e para o médio, para alunos a partir de 18 anos”, explica a coordenadora da Educação de Jovens e Adultos da Secretaria Estadual de Educação, Núlcia Azevedo.

 

Quem viu na Educação de Jovens e Adultos a oportunidade de voltar a estudar, não pretende parar por aí. “Eu tenho uma filha com 8 anos que também está estudando e que precisa passar pra ela alguma informação que ela me pergunta e às vezes eu nem sei. Então, foi por isso que eu voltei, pra poder ensinar ela, e também futuramente ter uma faculdade. Até meus 60 anos eu quero estar formada”, conclui a  a dona de casa Maria de Belém, de 46 anos.