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Fake news podem influenciar a opinião pública

Rádio Cultura

Fake news podem influenciar a opinião pública

Esse ano, as eleições vão contar com ferramentas para garantir a veracidade das informações divulgadas
Publicado em 09/08/2018
Esse ano, as eleições vão contar com ferramentas para garantir a veracidade das informações divulgadas
Fake news podem influenciar a opinião pública

Reportagem: Iolanda Kinoshita

Edição: Cássia Nascimento

 

Quem nunca compartilhou uma noticia falsa? Seja nas redes sociais ou nos aplicativos de mensagem instantânea, muita gente acaba repassando as fakes news, sem antes fazer uma checagem. Neste cenário, o que mais preocupa é que a falta de checagem pode interferir de forma direta na opinião publica. Por isso, o Tribunal Superior Eleitoral chamou o Ministério da Defesa e as Forças Armadas para monitorar as redes durante as eleições de 2018.

 

O conselho de comunicação do Senado também começou a discutir esse ano um projeto para criminalizar a criação e a disseminação de fake news. Na luta contra as falsas notícias, 24 veículos de imprensa vão atuar durante as eleições. Aqui no Estado, a Truco Pará 2018, equipe de checagem ligada a uma rede com os principais sites de fact-checking do mundo, já está de olho nos discursos dos candidatos.

 

“A gente fica com a antena ligada, acompanhando as campanhas eleitorais, as entrevistas dos candidatos à imprensa, os discursos deles em comícios e eventos e a gente passa a a observar declarações que podem estar equivocadas, que podem estar fora de contexto. Feita essa identificação inicial, a gente entra em contato com a assessoria do candidato  e pergunta se há uma outra fonte, de onde eles tiraram a informação e depois que a gente recebe essa resposta, a gente procura outras fontes e aí a gente reúne tudo e aponta se essa informação está correta”, explica Moisés Sarraf, integrante da Truco Pará.

 

De acordo com pesquisadores da área da comunicação, as fake news são informações falsas expostas em forma de jornalismo. Por isso, surge a necessidade do jornalista ter credibilidade no mercado e combater a indústria de notícias falsas.

 

“Socialmente é delegada ao jornalista a função de reportar os fatos. Se não ele não o faz de forma mais próximo o possível da verdade, do que ocorreu, ele se alinha ao conjunto de pessoas não capacitadas que espalham informações incorretas, desencontradas, distorcidas. Por isso que o jornalista não pode sucumbir, em hipótese alguma, no afã de apresentar primeiro ou de postar primeiro, à tentação de deixar de lado uma das primícias essenciais do jornalismo que é a verificação”, destaca a doutora em ciência da informação e estudos midiáticos, professora Ana Lúcia Prado.

 

Moisés Sarraf, da agência de checagem Truco Pará, destaca ainda que nestas eleições o principal objetivo das apurações é dar qualidade ao debate eleitoral, por isso a população deve ficar atenta  a notícias tendenciosas e consultar o trabalho das agências. “A gente tem que ver a fonte daquela informação, qual o veículo que está falando, qual o período que foi veiculado também porque muitas vezes se utiliza matérias antigas pra falar de uma coisa nova. Então tem que observar tudo isso e tem que ir na fonte”, alerta.

 

A Truco Pará 2018 é composta por 30 jornalistas e informa que no próximo dia 13 de agosto vai divulgar a análise de algumas afirmações de candidatos ao governo do Estado. Para consultar a veracidade de notícias ou denunciar a disseminação de fake news, a população pode acessar o site outros400.com.br.