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Amigos de patas: a diferença que um animal adotado traz

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Amigos de patas: a diferença que um animal adotado traz

Conversamos com pessoas em uma feira de adoção na Praça da República para entender a relação com cachorros e gatos
Publicado em 09/10/2019
Conversamos com pessoas em uma feira de adoção na Praça da República para entender a relação com cachorros e gatos
Foto em destaque

Ao abrir o portão, Frank vem com os latidos e euforia. O carinho da acolhida do cachorro faz com que, após uma rotina exaustiva, o dia encontre o ponto alto. Com os gatos é outra história, Neguinha e Rajado são mais no tempo deles, mas quando o ronronar aparece, as tarefas têm que ser deixadas de lado, eles querem atenção.

 

Essas são as lembranças da Camila do Carmo com os gatos Neguinha e Rajado e o cachorro Frank, animais que vivem na casa dela. Para entender qual relação de pessoas como a Camila, que abriram o coração para os “pets”, estabelecem com animais domésticos, procuramos na feira de adoção da Praça da República histórias que mostrem os vínculos estabelecidos com esses animais.

 

Camila decidiu trazer para dentro de casa os animais após perceber como os vizinhos os maltratavam. Ela conta que, como testemunha da maldade das pessoas que não gostam de animais, percebe a importância de adotar por tirar o sofrimento da vida desses cachorros e gatos e oferecer uma nova chance.

 

“Então quando a pessoa tem condição de adotar ou ser um lar temporário é muito importante, porque eles não sabem se cuidar na rua, vão comer besteira, ficar doentes e podem sofrer acidentes”, incentiva Camila.

 

“Eu me apaixonei por ela, olha só como ela é, fofinha demais”

Thiago Brandão andava para ir embora com a nova membro da família. A filhote recém-adotada ainda estava sem nome, mas Thiago já pensa na mudança de cotidiano que ela vai trazer. “Eu geralmente fico muito sozinho em casa, pensei que seria legal ter alguém para me fazer companhia, tirar o estresse. Daí pensei ‘vou lá na praça pegar meu cachorro’, e eu me apaixonei por ela, olha só como ela é, fofinha demais. Agora vamos ficar juntinhos lá em casa”, relata.

 

Thiago revela que nunca parou para pensar profundamente na importância social da adoção, apenas na mudança e significado que ela faz na vida do animal, que estariam na rua pegando chuvas e doenças. “Ao invés dela ficar passando por tudo isso, você vai trazer ela para o teu lar, para tua casa. Por isso eu sou contra a compra desses animais, tem tantos na rua precisando e cheios de carinho”.

 

Não importa se o amor vem de três, quatro ou uma pata. O que vale é o sentimento de abraçar esses “pets” que aquecem os corações de seus companheiros. Atenção, carinho, ração e um espaço adequado são algumas necessidades básicas que esses animais precisam, por isso as adoções devem ser realizadas com responsabilidade. Estar ciente de que cachorros e gatos têm necessidades e vontades próprias, com algumas manias que podem ser estranhas aos moradores da casa, é essencial para quem resolve abrir o coração.

 

Devido a esse olhar, Marlize Pacheco revela que sempre tenta não se apegar aos animais, pois sabe que a casa é sem estrutura para abrigar muitos cachorros e gatos. Mesmo com a resistência, ela conta que procura dar nomes que combinem com a personalidade dos que ficam.

 

“Temos a Nina, que é avó, ela teve uma filha, a Pretinha, que teve esses filhotes. Nós os trouxemos hoje para ver se conseguimos alguém para adotar, já que lá em casa está cheio. De gato são o Quichan, o Atrevido, o Elétrico, a Rockte e o Quinzinho”, revela Marlize.

 

Além da adoção, existem outras formas de ajudar esses animais. Muitos vivem em abrigos, que necessitam de doação de jornais, materiais de limpeza, ração, medicamentos e dinheiro. Além disso, quem tiver um espaço maior em casa pode oferecer o local para ser um abrigo temporário. Separamos dois abrigos, que encontramos na reportagem, que acolhem cachorros e gatos e precisam da ajuda do maior número possível de pessoas:

 

Abrigo Au Family

Existe há sete anos e atualmente cuida de mais de 600 animais. Para doar ou adotar podem entrar em contato com eles pelo Facebook ou Instagram.

 

Abrigo BastAdotar

Eles podem ser encontrados todos os domingos na Praça da República para ajudar a organização com doações e adoção podem acessar o instagram ou o número 984212938.

 

Centro de Controle de Zoonoses de Belém (CCZ)

O serviço público da Prefeitura de Belém realiza doação de animais na capital paraense em diversas feiras realizadas ao longo do ano. As informações são postadas no facebook da instituição. Além disso, o Centro também oferece castração gratuita aos animais, sejam resgatados ou os que já possuem dono, para solicitar o serviço é preciso ligar para 3344-2350 ou 3297-0242.

 

Texto: Armando Ribeiro

Foto: Camila Lima