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Belém em estado de alerta para o Aedes aegypti

Belém em estado de alerta para o Aedes aegypti

Na capital, os principais focos de criadouros do mosquito estão dentro das casas.
Belém em estado de alerta para o Aedes aegypti

Belém está em estado de alerta para as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya. Segundo o Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), a capital apresentou 2,8% de índice de infestação predial, classificado como de alerta na escala do Ministério da Saúde.

 

Equipes da Sesma vistoriaram 23.697 imóveis em todos os distritos de Belém. Os bairros de Canudos, Jurunas, Condor, Marco, Nazaré, Aurá, Curió-Utinga, Souza, Universitário e Una apresentaram os maiores índices de criadouros do mosquito e as residências são as principais fontes de proliferação.

 

Os principais depósitos de água parada, apontados no LIRAa, foram bebedouros de animais, vasos de plantas, ralos, canaletas, plásticos, garrafas pet, sucatas, recipiente de degelo (localizados atrás das geladeiras) entre outros.

 

Como praticamente todos esses depósitos estão dentro das casas, é importante que as pessoas tenham mais atenção, fazendo inspeções semanais e olhando todos os objetos que possam servir de locais para o mosquito se reproduzir, destacou David Rosário, coordenador da Divisão de Controle de Endemias da Sesma.

 

Número de casos

 

Em 2019, Belém fechou o ano com 103 casos positivos de dengue, ficando em uma situação estável em comparação ao ano de 2018, quando foram confirmados 99 casos. Já para chikungunya, a capital diminuiu cerca de 70% dos casos, passando de 3.619 em 2018 para 1.097 em 2019. A zika também ficou estável com oito confirmações em 2018 e 12 no ano passado.

 

Denúncias

 

Para denúncias sobre possíveis focos do mosquito Aedes aegypti e esclarecimentos sobre as doenças transmitidas por ele, a Sesma mantém o “Disque Endemias” (3184-6128). O número funciona de segunda a sexta-feira, de 8h às 17h. Para denunciar é necessário informar o endereço correto, com ponto de referência, para facilitar o acesso das equipes de endemias ao local.

 

Prevenção

 

A melhor forma de prevenção da dengue, zika e chikungunya é evitar a proliferação do Aedes Aegypti e isso se faz eliminando focos de água que podem se tornar possíveis criadouros, tais como: vasos de plantas, lagos de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção e até mesmo recipientes pequenos como copos plásticos e tampas de garrafas. Também se faz necessário evitar o descarte de lixo nas ruas, a fim de evitar possíveis criadouros do mosquito.

 

Foto: Uchôa Silva / Comus