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Aquário do Museu Goeldi ganha versão virtual

Aquário do Museu Goeldi ganha versão virtual

O mais antigo aquário público do Brasil, o Aquário Jacques Huber mostra aos visitantes um pouco do mundo das águas amazônicas.
Aquário do Museu Goeldi ganha versão virtual

Mesmo fechado aos visitantes, por conta da pandemia do novo coronavírus, o Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi e o Aquário Jacques Huber, prepararam uma oportunidade de visitação virtual a esse que é o mais antigo aquário público do Brasil. É que foi apresentada nesta segunda-feira, 29 de junho, a primeira etapa do “Aquário Digital”, projeto que permite uma visita online ao espaço e o contato com as particularidades do mundo das águas amazônicas.

 

Aquário -  Reaberto em 2019 após um longo processo de reforma na estrutura do prédio, o aquário do Museu Goeldi foi inaugurado em 1911 pelo naturalista suíço Jacques Huber (1867-1914), então diretor do Museu Goeldi. Huber concebeu o projeto arquitetônico do espaço, em parceria com o desenhista Ernst Lohse (1873-1930), para integrar o complexo de pesquisa e estudo do Parque Zoobotânico da instituição.

 

O espaço reúne hoje em seu plantel vivo cerca de 40 espécies de peixes e répteis de grande importância cultural e econômica para a Amazônia. É a atração mais popular do Parque do Goeldi e permite ao público mergulhar no mundo dos animais cuja vida está relacionada aos ambientes aquáticos regionais.

 

Virtualização – A apresentação do Aquário Jacques Huber através da web é um dos resultados do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da agora museóloga Débora Cristiane Blois Nascimento, que contou com a orientação da professora Drª Carmen Silva, e foi defendido no Curso de Museologia da Universidade Federal do Pará (UFPA) no final de 2019.

 

O projeto leva o internauta a uma viagem virtual ao aquário do Goeldi. Através de vídeos curtos pode-se conhecer a evolução no tempo desse patrimônio, bem como passear pelo exterior e o interior do espaço. Também é possível conhecer a exposição “Baleia à vista” que apresenta um conjunto de esqueletos e peças ósseas de cinco espécies dos maiores animais da Terra encontradas na Zona Costeira Amazônica, especialmente no Pará. Há ainda os tanques e ambientes que apresentam peixes e répteis que povoam o lendário e mexem com a economia regional.

 

Ficou curioso para fazer esse passeio? Acesse AQUI!

 

Foto: Antônio Milena (Reprodução)