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Oficina traz ‘Narrativas Indígenas’ ao 6º Amazônia Doc

Oficina traz ‘Narrativas Indígenas’ ao 6º Amazônia Doc

Festival oferece ainda exibições gratuitas de filmes e documentários, além de outras ações nesta semana
Oficina traz ‘Narrativas Indígenas’ ao 6º Amazônia Doc

O 6º Amazônia Doc 3 em 1 realiza nesta semana, dentro de sua programação, a oficina “Narrativas Indígenas” que será conduzida nesta terça-feira (15), das 14h às 16h, pela cineasta Graciela Guarani que também concorre na mostra de curta metragem do 1o Festival As Amazonas do Cinema. As vagas para participantes são limitadas a 40 pessoas e as inscrições podem ser feitas pelo site www.amazoniado.com.br.

 

De acordo com a cineasta, a oficina será permeada pela apresentação de trabalhos de diretores que resgatam a ancestralidade em suas obras. “Vou apresentar a perspectiva e o olhar de cineastas, de seus lugares de pertencimento; e discutir as sensações por trás da construção das imagens, refletir e dialogar  sobre estes processos de criação”, comenta a cineasta.

 

É a primeira vez que Graciela ministra a oficina. “Neste encontro, buscarei plantar uma sementinha de provocação no processo de questionar. O que nos agrada nas narrativas, o que nos desagrada, o que queremos construir, o que queremos perpetuar e o que queremos romper! Eu procuro trazer a crítica de como são construídas as formas de se fazer e pensar o audiovisual”, explica.

 

Graciela é também diretora do curta “Opará – morada dos ancestrais” (PE), selecionado para a mostra competitiva do 1º “As Amazonas do Cinema”, festival que integra a programação a partir deste ano, com foco na produção audiovisual feminina. O documentário de 20 minutos estará disponível, gratuitamente, nos dias 17 e 18, no site AmazôniaFlix.

 

Sobre a cineasta - Para ela, o audiovisual surgiu como ferramenta política. Nascida e criada na aldeia Jaguapiru, na reserva indígena de Dourados, do Mato Grosso do Sul, Graciela se tornou cineasta na busca por firmar sua identidade indígena e também colaborar para o fortalecimento e resistência cultural de sua comunidade.

 

Eu encontro o cinema ali na aldeia, onde passei os vinte primeiros anos da minha vida. Foi a ferramenta que encontrei para ser uma agente política em um espaço de muita vulnerabilidade, principalmente para os jovens. Sou de uma comunidade desassistida pelo poder público e ali nossa organização é o que nos salva”, relembra a diretora, que hoje vive no sertão pernambucano.

 

O Amazônia Doc 3 em 1 abriu oficialmente ao público no último sábado (12), e sua programação segue até o dia 23 de setembro. O festival é uma realização do Instituto Culta da Amazônia, com Correalização do Instituto Márcio Tuma; patrocínio da Equatorial Energia, por meio da Lei Semear de Incentivo à Cultura - Fundação Cultural do Pará - Governo do Pará. A produção é da ZFilmes; parceria do SESC e apoio cultural da Cultura Rede de Comunicação; Ufpa - Curso de Cinema e Estrela do Norte - Elo Company.

 

Acesse as mostras competitivas pelo site www.amazoniaflix.com.br. Web Encontros, oficina e masterclasses são transmitidas pelo Canal do festival no Youtube. As inscrições são feitas pelo site www.amazoniadoc.com.br, com vagas limitadas.

 

Foto: Divulgação