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Chuvas aumentam incidência de doenças respiratórias

Chuvas aumentam incidência de doenças respiratórias

Pelos sintomas parecidos e diante do atual cenário de pandemia do novo coronavírus, é importante diferenciar tais doenças e buscar atendimento médico.
Chuvas aumentam incidência de doenças respiratórias

O atual período de chuvas mais intensas, conhecido na região Norte do Brasil como “Inverno Amazônico” pode trazer consequências desagradáveis à saúde, aumentando a incidência das doenças respiratórias o que, no atual cenário de pandemia do novo coronavírus, podem causar dúvidas em relação aos sintomas.

 

O ar mais frio acaba irritando as vias aéreas e a maior circulação de vírus da gripe e resfriados acabam aumentando o índice de doenças respiratórias. Que por sua vez aumenta também os sintomas alérgicos como coriza e a falta de ar.  Além disso, as oscilações climáticas levam a inversões térmicas quando o ar mais frio (que é mais pesado) desce a superfície e acaba retendo poluentes", explica a médica clínica geral, Aparecida Quintanilha.

 

As doenças alérgicas, como a rinossinusite, em geral apresentam sintomas de tosse seca, espirros, coriza, dor de cabeça, prurido nasal e em alguns casos, como a asma, a dificuldade respiratória. O resfriado possui como sintomas mais comuns os espirros, a coriza ou nariz entupido, dor de garganta, dores no corpo e mal estar. Já a gripe ocorre mais em períodos de frio e transição de temperaturas e os sintomas são febre, tosse (geralmente seca), cansaço, dor de cabeça, dores no corpo e mal estar. Esse quadro costuma durar entre 3 e 5 dias. 

 

Pelos sintomas serem muito parecidos, é necessário ficar alerta para diferenciar uma gripe ou resfriado da covid-19. Por isso, deve-se procurar o mais cedo possível ajuda médica para avaliação e exames.

 

Também se deve dar atenção à vacina. Segundo a médica é importante manter a carteira de vacinação atualizada e tomar a dose que protege da influenza (gripe), aplicada anualmente durante as campanhas.

 

"Segundo alguns estudos (Oxford - Reino Unido e Massachussets - Estados Unidos) a disseminação da covid-19 parece ocorrer mais rapidamente no frio, sendo os sintomas mais comuns a febre, a tosse seca podendo progredir para uma dificuldade respiratória. Perda de olfato e paladar (sem esquecer que em uma gripe a congestão nasal também pode levar a perda de olfato). A perda de paladar, afetando principalmente o amargo e o doce (segundo um estudo Europeu publicado na revista Rhinology) é mais característico para Covid-19. Mas em caso de dúvidas, é melhor realizar o teste de PCR para Covid-19", orienta Aparecida Quintanilha.

 

A médica ainda alerta que quando os sintomas respiratórios derem sinais de piora como dispneia (falta de ar) somados a queda de saturação de oxigênio, febres recorrentes, dores intensas no corpo e aparecimento de sintomas gastrointestinais como náuseas, vômito e diarreia associados, o paciente deve procurar ajuda médica e suporte hospitalar.

 

Nos casos leves de resfriado e gripes, a orientação é ficar de repouso, boa alimentação, uso de medicamentos que tratem os sintomas e no caso de infecção bacteriana associada, o uso de antibióticos adequados, com receita médica.

 

Prevenção – Para as doenças respiratórias, bem como para a covid-19, a principal medida preventiva é a vacinação. Além disso, é preciso dar atenção aos bons hábitos de higiene como a lavagem correta das mãos, o uso do álcool gel, usar máscara, não compartilhar objetos de uso pessoal e evitar aglomerações.

 

Foto: Reprodução