Plataforma digital integra serviços e redes de apoio para mulheres LBTI da Amazônia

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Foto: Freepik
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A Rede ALAMP (Articulação de Lésbicas da Amazônia Paraense) e o Coletivo Sapato Preto lançaram oficialmente o IcamiabasLab, uma plataforma digital criada para fortalecer o trabalho, os saberes e a autonomia econômica de mulheres LBTI da Amazônia. A iniciativa propõe a criação de uma rede virtual para conectar e divulgar serviços, além de gerar oportunidades para mulheres lésbicas, bissexuais, negras e trans da região Norte. O endereço eletrônico é https://icamiabaslab.vercel.app/.

A plataforma surge como um espaço de conexão e colaboração, permitindo que mulheres compartilhem conhecimentos, divulguem serviços e ampliem oportunidades de trabalho. A proposta é construir uma rede baseada na valorização da diversidade, da economia solidária e dos saberes locais.

O desenvolvimento tecnológico do IcamiabasLab foi realizado pelas programadoras Kaká Cordovil e Hanna Costa, responsáveis pela programação e pela estrutura digital da plataforma. Segundo as organizadoras, a iniciativa busca ampliar a visibilidade e as oportunidades para mulheres que historicamente enfrentam desigualdades no acesso ao mercado de trabalho.

Como funciona

Na plataforma, mulheres podem cadastrar seus serviços, apresentar suas habilidades e encontrar outras profissionais, incentivando a contratação dentro da própria rede e fortalecendo a circulação de renda entre mulheres amazônidas.

Além do cadastro de serviços e conhecimentos, o ambiente digital facilita a conexão entre empreendedoras, prestadoras de serviço, artistas, educadoras e diversas profissionais, fortalecendo redes de apoio e incentivando a autonomia econômica.

Sobre a Rede ALAMP e o Coletivo Sapato Preto

A Rede ALAMP (Articulação de Lésbicas da Amazônia Paraense) é um coletivo que atua na promoção de direitos, visibilidade e fortalecimento de mulheres lésbicas na região amazônica, por meio de ações sociais, culturais e políticas.

Já o Coletivo Sapato Preto desenvolve iniciativas voltadas ao fortalecimento de mulheres lésbicas negras, promovendo espaços de formação, cultura, produção de conhecimento e redes de apoio na Amazônia.